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Sofro pelo que não controlo. Não as grandes coisas, mas as pequenas. As grandes confio a Deus e vou levando a vida um dia de cada vez. As pequenas, experimento a frustração de que tudo poderia ser um pouco melhor do que está sendo.

Meu sofrimento é porque tropeço em pedras medianas. E tudo que está na média, é medíocre. Quem dera meu erro fosse o do grande abismo, ou das dolorosas pedrinhas que aparecem nos rins. Até nisso há frustração.

Ao menos tenho conseguido me controlar em duas situações particulares. As em que eu explodiria e as em que eu iria pra geladeira me anestesiar com algum prazer gostoso.

Sofro porque faço as contas. Não fui feito pra contabilidade. Só pro trabalho e pro sonho.

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Noventa por cento dos problemas que as pessoas provocam em nossa vida, não se trata de coisas realmente urgentes ou importantes. No final tudo não passa de disputas de ego. Ofendem-se com nada. Gostam de se sentir ofendidas, porque no fundo possuem expectativas idiotas acerca de si mesmos.

Porém, nas questões realmente importantes, estes se calam. O problema é sempre o outro ou algum suposto prejuízo que acreditam que alguém tenha provocado. E destes, o prejuízo da honra é considerado o pior.

Não sei como considerar que seja digno de honra quem lida com a vida com parcialidade. Nem os muitos anos são capazes de instruir a maioria acerca do quanto é imprescindível não se importar com fatores externos, na construção de nossa reputação.

A vantagem de trilhar um caminho marginal é exatamente não depender do que outros pensam a seu respeito. Quem não tem reputação, automaticamente torna-se alguém perigoso. Afinal, não tem nada a perder nunca.

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Quantas vezes você decidiu retomar o que estava fazendo, mas simplesmente não conseguiu? Esta é a minha realidade também. Fatores emocionais e pressões das circunstâncias me afetam mais do que eu gostaria. Por fim, deixo minha vocação em segundo plano, enquanto apago incêndios que vão aparecendo no meio da jornada. Mas… as coisas não precisam ser assim. Uma autoimposta disciplina rígida se faz necessária. E os céus não irão se abrir com a voz de Deus (dublado pelo Cid Moreira) para dizer o que preciso fazer.

O que é preciso saber já está plenamente revelado nas Escrituras. Se existe alguma revelação além disso, é redundante se concorda com as Escrituras. E dispensável se não concorda.

Mas não espere que haja coerência das outras pessoas com relação a isto. A maioria prefere o sentir do que o pensar. O pragmatismo impera, subjugando a lógica ao que traz bons sentimentos. Uma merda.

Nestes dias, estou trabalho duro no sentido de organizar minha agenda para que eu possa novamente ser acompanhado. Não é, de forma alguma, um anseio por audiência. Isso eu tinha no Facebook. Até a primeira centena de milhar de seguidores, ainda havia certo grau de diversão naquilo tudo. Hoje, garimpo os que querem ser confrontados com algum entendimento que vá além do óbvio.

Tentando não morrer de tédio com as pessoas que Deus me manda amar.

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